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A saga de cortar as unhas

Três crianças, 12 membros, 60 unhas – um objectivo.

Até hoje o máximo que tínhamos conseguido eram umas míseras 40.

É preciso apanhá-los a jeito, as variáveis são muitas: a birra do sono a toldar-lhes o juízo, a fome, a suspensão de movimento voluntária, desinteresse pela televisão… e por ai a fora. Convenhamos quase qualquer coisa é preferível a cortar as unhas, quando se é criança.

Hoje, talvez por uma estranha conjugação astrológica, o objectivo foi cumprido. 60 unhas de seguida, clic, clac, uma de cada vez.

Um a um, os dedinhos rechonchudos, ficaram com um ar mais decente, higiénico e apresentável.
Imagino que a “linha de montagem” é o sonho de todos os pais. Nos pais de famílias numerosas é mais do que um sonho é uma forma de sobrevivência.

Outra questão importante é a do “instrumento de tortura” escolhido. Eu pessoalmente, elejo a tesourinha de pontas redondas, mas o paizinho opta, quase sempre, pelo mini-corta unhas. Temos de ser bons no instrumento escolhido. Os melhores para não falharmos na hora H.

Alguns pais optam pelo método mais natural de roer as unhas dos filhotes… Eu que nunca fui uma aficionada do vício de roer unhas, confesso que me faz um pouco de impressão. No entanto há quem recomende como o método mais seguro. O que vos parece?

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